- Oi, posso me sentar do seu lado?
- Já está sentado (com ar irônico)
- Aceita um cigarro?
- Não devia fumar.
- E você não devia tratar as pessoas assim.
- É mas eu trato.
- É, então eu fumo.
- Já está sentado (com ar irônico)
- Aceita um cigarro?
- Não devia fumar.
- E você não devia tratar as pessoas assim.
- É mas eu trato.
- É, então eu fumo.
Dois minutos depois:
- Estou mal humorada, não me julgue.
- Estou me matando com esse cigarro, mas pode me julgar. Aliás, não estou mal humorado.
(Ela sorri)
- Estou mal humorada, não me julgue.
- Estou me matando com esse cigarro, mas pode me julgar. Aliás, não estou mal humorado.
(Ela sorri)
- Acredita em anjos?
-Hã?
- Acredita em anjos ou não?
- Tá, eu acredito. (completamente confusa)
- Gostaria que um anjo me fizesse parar de fumar. Sabe como é né? Tenho um vício e vício só se cura com outro melhor.
(Ela tira o cigarro das mãos dele, joga no chão e pisa.)
- Tome vergonha na cara e não fume mais.
Ele com raiva, hesitou.
- Era meu último cigarro!!
- E daí? Eu tive que acreditar em anjos.
(…)
”
-Hã?
- Acredita em anjos ou não?
- Tá, eu acredito. (completamente confusa)
- Gostaria que um anjo me fizesse parar de fumar. Sabe como é né? Tenho um vício e vício só se cura com outro melhor.
(Ela tira o cigarro das mãos dele, joga no chão e pisa.)
- Tome vergonha na cara e não fume mais.
Ele com raiva, hesitou.
- Era meu último cigarro!!
- E daí? Eu tive que acreditar em anjos.
(…)
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