“— Por que você tinha que morar longe em?
— Vem pra cá horas.
— engraçadinho — ela sorri ironicamente no telefone.
— Está fazendo o que?
— Observando a rua e você?
— Almoçando — ela escuta ele falar “oi”.
— Amor?!
— Que?
— Falou com quem?
— Minha vizinha — ele sorriu.
— Nossa ta todo “felizinho” em.
— Boba, ciumenta.
— Sou mesmo, morro de inveja por que ela pode te ver sorrir.
— Mas ela deve ter mais inveja ainda de você.
— É? porquê?
— Por que ela nunca vai conseguir ser a razão do meu sorriso como você é.”
— Vem pra cá horas.
— engraçadinho — ela sorri ironicamente no telefone.
— Está fazendo o que?
— Observando a rua e você?
— Almoçando — ela escuta ele falar “oi”.
— Amor?!
— Que?
— Falou com quem?
— Minha vizinha — ele sorriu.
— Nossa ta todo “felizinho” em.
— Boba, ciumenta.
— Sou mesmo, morro de inveja por que ela pode te ver sorrir.
— Mas ela deve ter mais inveja ainda de você.
— É? porquê?
— Por que ela nunca vai conseguir ser a razão do meu sorriso como você é.”
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Bell Paulino
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