New Girl .
Viva para ser feliz e não perfeito (:
domingo, 13 de julho de 2014
Mensagens
Os problemas da vida são do tamanho que a gente dá a eles.
Eu não levo rancor de nada, mas carrego cicatrizes.
— Mallu Magalhães.
Eu não levo rancor de nada, mas carrego cicatrizes.
— Mallu Magalhães.
Recomeçar
As vezes se torna um pouco difícil quando as coisas tomam quase todo o espaço de tempo que a gente tem e o tempo que sobra você só quer ficar fazendo absolutamente nada , nesse meio tempo parei com tudo o que eu costumava fazer no tempo que eu fico de "bobeira" postar em paginas no facebook , tumblr ou qualquer outra rede social. Bem , agora pretendo voltar com o blogger até porque eu gosto de compartilhar minhas ideias , levar o que eu penso a vários lugares que talvez um dia eu não vou chegar perto , enfim como já dito , compartilhar minhas ideias.
O blog está de cara nova , com um pouco de quase tudo , espero que com o passar do tempo ele seja melhor do que já foi em seu ápice que futuramente vai ser ainda mais grandioso.
O blog está de cara nova , com um pouco de quase tudo , espero que com o passar do tempo ele seja melhor do que já foi em seu ápice que futuramente vai ser ainda mais grandioso.
quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
[...]
"Desisto do meu pessimismo , desisto de ser infeliz , vejo minha felicidade nas pequenas coisas mais lindas que já vi ... seu sorriso."
-Desconhecido.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
sábado, 4 de janeiro de 2014
Até heróis têm o direito de chorar.
Estou cansado de voar. Não sou tão ingênuo, só estou tentando achar a melhor parte de mim. Sou mais que um pássaro, sou mais que um avião, mais que um rostinho bonito ao lado de um trem. Não é fácil ser eu. Queria poder chorar, cair de joelhos e encontrar uma maneira de mentir sobre um lar que nunca verei... Pode parecer absurdo mas não seja ingênuo, até heróis têm o direito de sangrar. Eu posso estar confuso, mas você não vai ceder pois até os heróis têm o direito de sonhar. Não é fácil ser eu.Talvez vivemos depois que morremos e que essa vida seja apenas um teste .
“Andei pensando muito antes de escrever isso, mas vou deixar bem claro, esse pensamento é meu e eu respeito sua crença, sua religião, ou seja lá no que você acredite. Sempre que me perguntavam, afinal, no que você pensa que acontece com as pessoas quando elas morrem? E eu sempre buscava respostas filosóficas sobre tempo, espaço e universo pra responder essa questão, mas cheguei à conclusão de que a vida é apenas um teste pra verdadeira vida. Sempre achei vaga e superficial a ideia de purgatório e paraíso, afinal, o mundo já é um grande inferno desigual pra sermos considerados culpados por atitudes tomadas no meio de tanto caos. O mundo é uma quarentena que mede quantos socos aguentamos tomar e ficar de pé, quantas lágrimas derrubamos e escondemos pra transparecer a ideia de humano intocável, quantos amores perdemos, e quantos sentidos se vão com alguém que não quis ficar, em quantos pedaços ficamos e continuamos procurando os cacos cortantes de nós mesmos, torcendo pra que eles ainda se encaixem e preencham as nossas lacunas interiores que nos tornam cada vez mais humanos vazios, mas eles nunca preenchem, e muito menos se encaixam. O que acontece quando as pessoas morrem? Talvez elas vivam.”
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
You and i’ll be safe and sound.
“Entendi o amor dessa forma: quando você conhecer uma pessoa, que o seu objetivo seja acordar todos os dias e ver aquele sorriso, isso mesmo, sorriso e faça planos a cada dia, como levar pro parque, tomar sorvete, ir no cinema, dormir com ela e nada de planos excessivos, sabe o porque? nunca se começa algo por cima, tudo se começo por baixo, temos que cultivar momentos, sorrisos, para nunca se arrepender, a pior coisa é prometer algo e não cumprir.”
terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
“No outro dia, depois do decote, da putaria das mensagens, ele tentou ser meigo, sério, achei bonitinho o convite. celular tocou…
— Alô?
— Oi gatinha.
— Que foi?
— Nossa como você é amável, por zeus.
— Me atrapalhando agora, poxa.
— Poxa, para de ser preguiçosa.
— Fala, por que me incomoda?
— Quer almoçar fora hoje?
— Restaurante caro?
— Não, minha casa.
— eu gargalhei — Quem vai fazer comida?
— Seu moreno gostoso.
— gargalhando — Sério?
— Sim.
— Putz, depois dessa eu vou em.
— Tá, te espero.
— Beijos.
— Beijo.
Eu desliguei o telefone e fiquei pensando "Sério que eu vou lá mesmo?". Eu meio que sei que quando a gente se junta não presta muito, porém também sei que adoro quando isso acontece. Chegando lá eu bati na porta e ele abriu.
— gargalhei — Tá me tirando né?
— Que foi?
— De shorts e sem camisa com um pano de prato no ombro, tá zoando né?
— Tá calor, sabe, vida de chefe.
— Engraçadinho. — Cumprimentei ele com um beijo no rosto, quase escorregou para o lado.
— Vem cá.
— ele me puxou pra cozinha — Eu vou ficar com cheiro de gordura.
— Para, vem logo.
— Sentei na mesa da cozinha — Olha só — avistei uma mesa toda arrumada — O que tem pra nós?
— Macarrão.
— Sério que eu vim aqui pra comer macarrão?
— Para, veio mais pra me ver — ele sorriu, que sorriso lindo.
— Convencido.
— Chata.
Comecei a observar ele fazendo as coisas, juro que imaginei ele todo lindo casado comigo.
— To com fome, gato.
— Calma, quer doce?
— Antes do almoço?
— Para né? nós somos errados mesmo — ele abriu a geladeira e me deu um chocolate, prestígio, meu favorito.
— Huuum.
— Tá gostoso?
— Muito. — dobrei minhas pernas, ele se aproximou.
— Deixa eu provar?
— tirei um pedaço pra ele — Tó.
— Não, eu quero da sua boca.
— Se toca garoto— ele apertou a minha coxa, droga.
— Vai Soph — mordeu meu lábio.
— Sai daqui, vai fazer seu macarrão.
— ele se afastou — Chata.
— Cara, você perdeu mesmo o jeito, depois de três meses em, nem me arrepiei quando você chegou perto. — me levantei e fiquei na pia.
— ele me olhou com uma cara — Como é? — ele veio em minha direção.
— Que foi? — mordi meus lábios olhando pra ele.
— Repete na minha cara o que você falou.
— aproximei meus lábios do ouvido dele, sussurrei — Você perdeu o jeito.
— ele sorriu que nem canalha — Será? — ele entrelaçou os dedos dele entre os fios do meu cabelo, automático, mordi o s lábios, arrepiei.
— Para eu quero meu macarrão — ouvi a água fervida derramar no fogão.
— Nossa você provoca e corta qualquer clima em branquela.
— sorri — Vamos meu macarrão — fui tentar da um selinho nele.
— Não gata, só depois do macarrão — ele piscou pra mim.
Droga, ele me deixou com gostinho de quero mais., olha que eu queria provocar ele.”
— Sophia CLXXXI, Primeiro o macarrão. Bell Paulino
— Alô?
— Oi gatinha.
— Que foi?
— Nossa como você é amável, por zeus.
— Me atrapalhando agora, poxa.
— Poxa, para de ser preguiçosa.
— Fala, por que me incomoda?
— Quer almoçar fora hoje?
— Restaurante caro?
— Não, minha casa.
— eu gargalhei — Quem vai fazer comida?
— Seu moreno gostoso.
— gargalhando — Sério?
— Sim.
— Putz, depois dessa eu vou em.
— Tá, te espero.
— Beijos.
— Beijo.
Eu desliguei o telefone e fiquei pensando "Sério que eu vou lá mesmo?". Eu meio que sei que quando a gente se junta não presta muito, porém também sei que adoro quando isso acontece. Chegando lá eu bati na porta e ele abriu.
— gargalhei — Tá me tirando né?
— Que foi?
— De shorts e sem camisa com um pano de prato no ombro, tá zoando né?
— Tá calor, sabe, vida de chefe.
— Engraçadinho. — Cumprimentei ele com um beijo no rosto, quase escorregou para o lado.
— Vem cá.
— ele me puxou pra cozinha — Eu vou ficar com cheiro de gordura.
— Para, vem logo.
— Sentei na mesa da cozinha — Olha só — avistei uma mesa toda arrumada — O que tem pra nós?
— Macarrão.
— Sério que eu vim aqui pra comer macarrão?
— Para, veio mais pra me ver — ele sorriu, que sorriso lindo.
— Convencido.
— Chata.
Comecei a observar ele fazendo as coisas, juro que imaginei ele todo lindo casado comigo.
— To com fome, gato.
— Calma, quer doce?
— Antes do almoço?
— Para né? nós somos errados mesmo — ele abriu a geladeira e me deu um chocolate, prestígio, meu favorito.
— Huuum.
— Tá gostoso?
— Muito. — dobrei minhas pernas, ele se aproximou.
— Deixa eu provar?
— tirei um pedaço pra ele — Tó.
— Não, eu quero da sua boca.
— Se toca garoto— ele apertou a minha coxa, droga.
— Vai Soph — mordeu meu lábio.
— Sai daqui, vai fazer seu macarrão.
— ele se afastou — Chata.
— Cara, você perdeu mesmo o jeito, depois de três meses em, nem me arrepiei quando você chegou perto. — me levantei e fiquei na pia.
— ele me olhou com uma cara — Como é? — ele veio em minha direção.
— Que foi? — mordi meus lábios olhando pra ele.
— Repete na minha cara o que você falou.
— aproximei meus lábios do ouvido dele, sussurrei — Você perdeu o jeito.
— ele sorriu que nem canalha — Será? — ele entrelaçou os dedos dele entre os fios do meu cabelo, automático, mordi o s lábios, arrepiei.
— Para eu quero meu macarrão — ouvi a água fervida derramar no fogão.
— Nossa você provoca e corta qualquer clima em branquela.
— sorri — Vamos meu macarrão — fui tentar da um selinho nele.
— Não gata, só depois do macarrão — ele piscou pra mim.
Droga, ele me deixou com gostinho de quero mais., olha que eu queria provocar ele.”
— Sophia CLXXXI, Primeiro o macarrão. Bell Paulino
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